Há rostos que identificam uma pessoa.
Há máscaras que revelam um povo.
A Dança dos Mascarados nasce do encontro entre diferentes tradições populares brasileiras que preservam o costume ancestral de vestir a máscara como forma de celebração, proteção, transformação e memória. Reunindo personagens de distintos territórios em uma única roda, a escultura investiga aquilo que permanece vivo quando o rosto individual desaparece e a comunidade passa a ocupar o centro da cena.
Cada mascarado carrega sua própria história, seu território, seus ritos e sua maneira de celebrar. Juntos, revelam que as máscaras não escondem identidades. Ao contrário: tornam visíveis memórias, pertencimentos e modos de viver transmitidos entre gerações.
Mais do que uma escultura, esta obra é um convite para percorrer os caminhos das festas populares brasileiras, conhecer seus guardiões e compreender como diferentes comunidades continuam preservando um patrimônio que permanece vivo porque nunca deixou de ser celebrado.
Escolha um caminho e descubra as histórias que continuam dançando por trás de cada máscara.